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A “catástrofe" de Marília

11/05/2015
Araraquara / SP
Wilson Silveira Luiz

Em dezembro de 1971, a Ferroviária foi jogar no Estádio “Abreuzão”, em Marília, contra o MAC, pelo Paulistinha, que era um torneio realizado anualmente entre equipes do Interior. As melhores colocadas conseguiam vagas para o Paulistão do ano seguinte.

A Ferroviária jogava por um empate. O “Abreuzão” lotado e Oscar Scolfaro, no apito. O jogo foi tumultuado, nervoso, catimbado, principalmente por parte da equipe local. E, ao final, o empate de 1 a 1 ficou estampado no placar do estádio mariliense.

Mas, logo após o encerramento do jogo, “quebrou o maior pau”, envolvendo jogadores do MAC e centenas de torcedores que pularam o alambrado (parecia leite derramando pelas beiradas da leiteira - comparando uma coisa e outra.

Narrando o jogo pela Cultura, me emocionei tanto que cheguei a chorar em plena transmissão. Meu compadre, o engenheiro Luiz Antonio Matoso, residente em São Carlos e que sempre acompanhava minhas transmissões, ficou super nervoso e acordou sua esposa Marilú e, juntos, “puxaram” o terço.

Carros depredados, vidros quebrados, foi uma “zorra” total..

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